Escurecimento da virilha

By 23 de Maio de 2019Blog
Como tratar o escurecimento da virilha e da vagina?

Escurecimento da virilha: como tratar esse problema?

 

Escurecimento da virilha e vagina é o nosso tema de hoje dentro da série sobre o rejuvenescimento íntimo.

 

Muitas mulheres têm vergonha de tirar a calcinha na frente do parceiro, não acendem a luz na hora do sexo porque têm vergonha de sua vagina e região íntima.

 

Você já olhou a sua parte íntima no espelho? Já viu o que o seu parceiro vê, como ele vê? Para você conhecer seu próprio corpo e saber lidar com ele é muito importante você se olhar e se conhecer.

 

As pessoas que já se conhecem, algumas vezes, têm algum desconforto com algumas coisas que gostaria de modificar. Uma delas é a questão do escurecimento vaginal.

 

Esse escurecimento acontece por ação dos hormônios, do atrito, da depilação e pelo envelhecimento geral da pele da vagina.

 

O que pode ser feito para tratar ou até para evitar que isso aconteça?

 

O escurecimento genital é muito comum em peles étnicas, principalmente no Brasil, que a gente tem uma população extremamente miscigenada, misturas, principalmente, de população negra e indígena. Às vezes a pessoa é super branquinha, mas tem uma virilha super escura.

 

Isso acontece porque todo mundo no Brasil tem DNA negro ou DNA índio e, às vezes, a pessoa que é branquinha tem um DNA que vai predominar na região genital esse escurecimento.

 

Às vezes a pessoa morena ou negra tem uma região genital extremamente escura em relação ao resto do corpo. Isso também é uma tendência maior à pigmentação naquela região.

 

Ou pessoas que às vezes não tem uma genética tão notável para essa miscigenação, mas elas têm um fator de risco ao longo da vida, com as depilações frequentes e os atritos.

 

Independente dessas causas, existem tratamentos para esse escurecimento genital.

 

Tratamentos

 

O primeiro deles, extremamente antigo e consagrado, é o peeling químico, que vai agir através da descamação e da esfoliação dessa pele da região íntima.

 

Os peelings químicos fazem um clareamento, tratando a cascata de pigmentação, interrompendo o processo de pigmentação, do estímulo à ativação dos fatores que fazem esse pigmento se instalar.

 

Cada tipo de peeling vai usar um ácido diferente, um clareador diferente e isso vai depender muito de cada pessoa, da cor da sua pele, da sensibilidade da sua pele naquela região. Isso é o médico que vai determinar, qual o melhor peeling no seu caso.

 

No caso dos peelings físicos, que são aqueles que raspam, que atritam, que lixam a pele, eles não são indicados para tratar o escurecimento. Eles podem, inclusive, estimular mais esse escurecimento, porque estão gerando uma certa inflamação em nível microscópico.

 

No caso do escurecimento genital, o mais indicado são os peelings químicos leves ou médios, no máximo, bem controlados e feitos por um aplicador bem experiente. Os peelings corporais são muito mais complexos do que os peelings faciais.

 

Uma outra maneira de a gente tratar essa parte íntima na questão de cor é com os laseres não ablativos.

 

Eles vão agir de forma que quebrem apenas o pigmento e não vão fazer uma queimadura na pele, como o laser de CO2 fracionado.

 

Os laseres não ablativos não machucam a pele, eles atravessam a pele externa e chegam até o pigmento, quebrando-o como se fosse um pequeno martelinho. O organismo vai absorvendo os pequenos fragmentos de pigmento e eliminando naturalmente.

 

Eles são indicados para peles mais escuras, que têm maior tendência à pigmentação pós-inflamatória, que é o que acontece muito em pele morena e negra, quando a gente agride essa pele e ela responde escurecendo ainda mais.

 

Tem a vantagem de não ficar descamando depois, de não haver nenhum pós-operatório, você pode sair do consultório e retomar sua rotina, porque ele não machuca, não forma casca.

 

É um laser muito rápido, a sessão é extremamente rápida e confortável. É um tratamento bem moderno pensando em despigmentação de área íntima.

 

Uma terceira opção é o fotorrejuvenescimento, uma vertente da fotodepilação. Ambos são feitos com a luz pulsada, porém quando a gente pensa em fotorrejuvenescimento pensa em potências um pouco mais altas, mas com o mesmo aparelho, com foco no clareamento dessa região íntima e não nos pelos, quando a potência é um pouco menor.

 

São três tratamentos confortáveis, de grande efetividade e as principais escolhas quando o assunto é escurecimento genital.